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Transtornos alimentares na pessoa com diabetes

Transtornos alimentares (TA) caracterizam-se por alterações severas no hábito ou no comportamento alimentar que ocorrem em razão de um distúrbio psíquico ou metabólico, e  encontram-se descritos no DSM-V (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders)1 e no CID-10 (Classificação Internacional de Doenças).2 Os principais transtornos alimentares são a bulimia nervosa (BN), a anorexia nervosa (AN), o transtorno de compulsão alimentar (TCA) e o transtorno alimentar não-especificado (TANE)

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Transtornos alimentares na pessoa com diabetes

Autores: Claudia Mauricio Pieper e Tarcila Beatriz Ferraz de CamposEditor Chefe: Marcello BertoluciDOI: 10.29327/5660187.2025-11 | Cite este artigo Introdução Transtornos alimentares (TA) caracterizam-se por alterações severas no hábito ou no comportamento alimentar que ocorrem em razão de um distúrbio psíquico ou metabólico, e  encontram-se descritos no DSM-V (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) 1 e no CID-11 (Classificação Internacional de Doenças).2  Os principais transtornos alimentares são a bulimia nervosa (BN), a anorexia nervosa (AN), o transtorno de compulsão alimentar (TCA) e o transtorno alimentar não-especificado (TANE).1,2 Prevalência e fatores predisponentes Entre os fatores predisponentes para o desenvolvimento de distúrbios alimentares,

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Tratamento da hiperglicemia em pacientes com DM2 e insuficiência cardíaca crônica (IC)

Autores: José Francisco Kerr Saraiva, Marcello Bertoluci.Última revisão em: 28/05/2024DOI: 10.29327/5412848.2024-9 | Cite este Artigo INTRODUÇÃO A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica com sinais e sintomas causados ​​por anomalias cardíacas estruturais ou funcionais, associada à congestão pulmonar e à edema periférico, corroborado por elevação de peptídeos natriuréticos e alterações em exames de imagem ou em medidas hemodinâmicas invasivas.1,2 A IC é um grave problema de saúde pública.  A estimativa mundial é de que haja 64 milhões de pessoas com IC. No Brasil, estima-se que mais de 4 milhões de indivíduos tenham IC.3 Entre as doenças não transmissíveis, a

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Tratamento do diabetes mellitus tipo 1 no SUS

Autores: Karla F S de Melo, Bianca de Almeida-Pititto e Hermelinda Cordeiro Pedrosa.Editor Chefe: Marcello BertoluciÚltima revisão em: 12/04/2023DOI: 10.29327/5238993.2023-12 | Cite este Artigo Introdução No dia 12 de novembro de 2019 foi publicada a Portaria Conjunta SAES/SCTIE nº 17, o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Diabetes Mellitus Tipo 1 (PCDT DM1) para o seguimento e tratamento de pessoas com diabetes tipo 1 (DM1) no SUS, após a inclusão dos análogos de insulina de ação prolongada (1). O PCDT DM1 foi publicado recentemente, em sua forma completa e resumida.1,2  A Sociedade Brasileira de Diabetes atuou como colaboradora externa e

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Tratamento do DM2 no SUS

Autores: Luciana Bahia, Bianca de Almeida-PitittoEditor Chefe: Marcello BertoluciÚltima revisão em: 25/06/2024DOI: 10.29327/5412848.2024-3 | Cite este Artigo Introdução O diagnóstico precoce e o bom tratamento do paciente durante as fases iniciais da doença são de fundamental importância para a prevenção da evolução para as complicações crônicas e necessidade de encaminhamento para a atenção especializada, onde há um número insuficiente de especialistas para o grande contingente de pessoas com diabetes. A organização do cuidado na Atenção Primária à Saúde deverá ser multidisciplinar, garantindo o acesso e o cuidado longitudinal para a pessoa com diabetes que frequentemente apresenta outros fatores de risco.

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Tratamento farmacológico do diabetes na gestação

O tratamento de mulheres com diabetes mellitus gestacional (DMG) diminui os eventos adversos perinatais. Em 2005, estudo randomizado controlado comparou gestantes com DMG que foram orientadas a monitorizar a glicemia e ajustar frequentemente a terapia (nutricional e insulina) com mulheres com DMG que não foram submetidas à intervenção. O risco de eventos perinatais adversos sérios, como morte, distocia de ombro, fratura óssea e injúria do plexo braquial, foi significativamente maior naquelas que não sofreram intervenção (RR 0,33; IC 95% 0.14 – 0.75; p = 0.01).

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Tratamento farmacológico do pré-diabetes

A hiperglicemia é um fator de risco contínuo para desfechos micro e macrovasculares. Tanto o tempo como a intensidade da hiperglicemia estão associados ao desenvolvimento e progressão de complicações micro e macrovasculares.1 No momento do diagnóstico de DM2, 8% a 16% dos pacientes já apresentam retinopatia, 17% a 22% já têm microalbuminúria e 14% a 48% já têm algum grau de neuropatia periférica.2-3 Alguns estudos mostram haver um atraso de três anos a seis anos entre o início da doença e o diagnóstico do DM2,4 sendo, por isso, muito importante que se detecte o DM2 o mais cedo possível. Desta forma, devemos estar atentos ao pré-diabetes e seu potencial de progressão para DM2.

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