Capítulos

Hipogonadismo masculino na síndrome metabólica e DM2

Autores: Alexandre Hohl, Camila Sartor Spivakoski, Fernanda Augustin Rigon, Simone van de Sande-Lee, Marcelo Fernando Ronsoni Editor Chefe: Marcello BertoluciUltima revisão em: 01/02/2024DOI: 10.29327/5238993.2023-5 | Cite este Artigo Introdução Hipogonadismo masculino é definido como a incapacidade testicular em produzir concentrações adequadas de testosterona ou em produzir espermatozoides devido a uma ou mais doenças no eixo hipotálamo-hipófise-testículo. Pode ser primária, com alterações em nível testicular ou secundária quando acomete a região hipotalâmica ou a hipofisária(1). Estudos demonstram relação entre diabetes mellitus (DM), síndrome metabólica (SM) e baixos níveis de testosterona em homens desde a década de 1980 (2–6), com evidência atual

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Imunização no diabetes

Autores: Marco Aurélio Palazzi Sáfadi1; Daniel Jarovsky2; Jacy Amaral Freire de Andrade3; Saulo Cavalcante da Silva⁴; Reine Marie Chaves Fonseca⁵. Editor Chefe: Marcello BertoluciDOI: 10.29327/5660187.2025-8 | Cite este artigo Introdução O Diabetes mellitus (DM) está associado não apenas a complicações micro e macrovasculares, mas também à vulnerabilidade aumentada para doenças infecciosas1. Indivíduos com DM apresentam maior risco de infecções e de evolução para formas mais graves, além de hospitalizações prolongadas com maior mortalidade, comparados à população geral. A imunização emerge como uma estratégia preventiva capaz de mitigar o impacto dessas doenças.  Crianças e adultos com DM devem receber vacinas de acordo

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Infecção no pé diabético

A prevalência de diabetes continua a aumentar em todo o mundo, levando a uma incidência crescente de complicações nos pés, incluindo infecções. As infecções do pé diabético estão associadas a morbidades substanciais, exigindo visitas frequentes ao médico, cuidados diários com úlceras, terapia antimicrobiana e procedimentos cirúrgicos, com altos custos de cuidados de saúde associados.

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Insulinoterapia no DM1

Os esquemas de insulinoterapia para pessoas com DM1 devem mimetizar a secreção fisiológica de insulina que ocorre em indivíduos sem diabetes. A estratégia de eleição é a terapia basal-bolus, que deve ser instituída precocemente, com múltiplas aplicações diárias de insulina (múltiplas doses de insulina – MDI) ou com a bomba de infusão de

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Manejo da depressão no diabetes

Autores: Miranda-Scippa AMA; Chaves-Fonseca RM; Almeida-Pititto B; Salles JEN; Moura F.Editor Chefe: Marcello BertoluciDOI: 10.29327/5660187.2025-3 | Cite este artigo Introdução O transtorno depressivo recorrente (TDR) é uma doença mental que apresenta taxas altas de prevalência ao longo da vida e, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), já é elencado como a principal causa global de “anos vividos com deficiência” 1. No Brasil, um estudo de base populacional conduzido na cidade de São Paulo, descreveu taxa de prevalência de 16,8% ao longo da vida e de 7,5% no último ano 2. O aparecimento da depressão está ligado a

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Manejo da doença hepática esteatótica metabólica (DHEM) no diabetes tipo 2 e pré-diabetes

Autores: Wellington S. Silva Júnior, Cynthia Melissa Valério, João Marcello de Araujo-Neto, Amélio F. Godoy-MatosEditor-Chefe: Marcello BertoluciÚltima revisão em: 16/01/2024DOI: 10.29327/5412848.2024-8 | Cite este Artigo Introdução A doença hepática esteatótica metabólica (DHEM) é a doença mais comum do fígado, afetando 30% da população mundial.1 Compreende um espectro de manifestações hepáticas associadas a distúrbios metabólicos e cardiovasculares, como obesidade e/ou distribuição desfavorável de gordura, resistência à insulina, hipertensão arterial, dislipidemia e diabetes tipo 2 (DM2). A DHEM é reconhecida como a manifestação hepática da síndrome metabólica2 e a sua fisiopatologia atual está representada na Figura 1. Figura 1. Fisiopatologia da doença

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Manejo da doença renal do diabetes

Autores: João Roberto Sá, Luis Henrique Canani, Érika Bevilaqua Rangel, Andrea Carla Bauer, Themis Zelmanovitz, Sandra Pinho Silveiro, Carolina de Castro Rocha Betônico, Márcio Weissheimer Lauria, Rodrigo Nunes Lamounier, Thyago Proença de Moraes.Editor Chefe: Marcello BertoluciDOI: 10.29327/5660187.2025-2 | Cite este artigo Introdução Diabetes Mellitus (DM) é a causa mais comum de doença renal crônica (DRC), responsável por aproximadamente 50% dos novos casos de terapia de substituição renal na maioria dos países desenvolvidos 1. Os dados do censo da Sociedade Brasileira de Nefrologia de 2024 indicam que 29% dos casos de DRC em diálise, no Brasil, são pessoas com diabetes 2.

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Manejo da hiperglicemia hospitalar em pacientes não-críticos

Autores: Emerson Cestari Marino, Denise Momesso, Marcos Tadashi Kakitani Toyoshima, Maria Fernanda Ozorio de Almeida, Beatriz D. Schaan, Leandra Anália Freitas Negretto, Augusto Cezar Santomauro Junior, Priscilla Cukier, Paulo Roberto Rizzo Genestreti, Alina Coutinho Rodrigues Feitosa, Jorge Eduardo da Silva Soares Pinto, Rogerio Silicani Ribeiro, Rodrigo Nunes Lamounier, Ruy Lyra e Marcello Casaccia BertoluciEditor chefe: Marcello BertoluciDOI: 10.29327/5660187.2025-9 | Cite este artigo Introdução A Hiperglicemia hospitalar (HH) é definida tradicionalmente pela presença de glicemia capilar ou plasmática acima de 140 mg/dL em indivíduos hospitalizados. Entretanto o tratamento farmacológico é necessário para glicemias acima de 180mg/dL, que estão associadas a maiores

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Manejo da hiperglicemia no paciente com doença renal do diabetes (DRD) em diálise

Autores: Érika Bevilaqua Rangel, Carolina de Castro Rocha Betônico, Luís Henrique Canani, Thyago Proença de Moraes, Marcio Weissheimer Lauria, Hugo Abensur, Sandra Pinho Silveiro, Andrea Carla Bauer, João Roberto Sá. Editor Chefe: Marcello BertoluciDOI: 10.29327/5660187.2025-12 | Cite este artigo Introdução A doença renal do diabetes (DRD) é a principal causa global de terapia renal substitutiva (TRS), representando quase 50% dos casos.1,2 No Brasil, é a segunda principal causa de TRS (32%), ficando atrás apenas da hipertensão arterial sistêmica (33%).3 O aumento da obesidade e do diabetes mellitus tipo 2 (DM2) tem contribuído para a crescente demanda por TRS, sendo que os

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