Capítulos

Diagnóstico e tratamento da cetoacidose diabética

Autores: Ana Teresa Santomauro, Augusto Cezar Santomauro Jr, Aline Bodart Pessanha, Roberto Abrão Raduan, Emerson Cestari Marino, Rodrigo Nunes LamounierEditor Chefe: Marcello BertoluciÚltima revisão em: 27/03/2023DOI: 10.29327/5238993.2023-6 | Cite este Artigo Introdução Definição A cetoacidose diabética (CAD) é uma complicação aguda que ocorre tipicamente no diabetes tipo 1 (DM1), embora também possa ocorrer em pacientes com DM tipo 2 (DM2). É definida pela presença de hiperglicemia, acidose metabólica e cetose, cujo critério diagnóstico é definido no quadro 11. Desde a década de 1950, com a evolução do arsenal terapêutico, como antibioticoterapia, ênfase no processo de hidratação, controle eletrolítico e uso

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Diagnóstico e tratamento da cetoacidose diabética euglicêmica

A cetoacidose diabética euglicêmica (CAD-E) é uma condição pouco comum, mas potencialmente ameaçadora à vida, e uma emergência que pode ocorrer em pessoas com DM1, DM2, ou mesmo em pessoas sem diabetes. Apresenta um desafio diagnóstico pois, como a glicemia não está muito elevada,  pode haver atrasos no reconhecimento do diagnóstico e no início do tratamento.

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Diagnóstico e tratamento da osteoporose no paciente com diabetes

Autores: Francisco José Albuquerque de Paula, Barbara Campolina C Silva, Catarina Brasil d´Alva, Monique Nakayama Ohe, Miguel Madeira, Leonardo Bandeira e Farias, Narriane Chaves Pereira de Holanda, Neuton Dornelas Gomes, Ruy Lyra da Silva Filho, Márcio Weissheimer Lauria, Marcello Casaccia BertoluciEditor chefe: Marcello BertoluciEm colaboração com o Departamento de Osteometabolismo da Sociedade Brasileira de Endócrinologia e Metabologia (SBEM)DOI: 10.29327/5660187.2025-4 | Cite este artigo Introdução A osteoporose é a doença osteometabólica mais frequente, sendo caracterizada por redução da resistência óssea e aumento da suscetibilidade a fraturas 1. O diagnóstico é feito por meio da medida da densidade mineral óssea (DMO) pela absorciometria

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Diretriz para tratamento da obesidade e prevenção de doença cardiovascular

Autores: Cynthia M Valerio, Jose F.K. Saraiva, Viviane Z. Rocha, Fabiana H. Rached, Luciano F. Drager, Bruno Halpern, Simone Van de Sande-Lee, Fernando Valente, Wellington S.S. Junior, Fabio R Trujilho, Neuton Dornellas, Ruy Lyra da Silva Filho, João Eduardo N. Salles, Marcelo H. V. Assad, Marcio Mancini, Paulo A. C. Miranda, Rodrigo N. Lamounier, Rodrigo Moreira, Sergio Kaiser.DIRETRIZ CONJUNTA DA ABESO, SBD, SBEM, SBC e ABSEditor chefe: Marcello C. Bertoluci.DOI: 10.29327/5738826.2025-1 INTRODUÇÃO A prevalência global da obesidade mais do que dobrou nas últimas quatro décadas, e hoje afeta mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo. Reconhecida como

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Diretrizes clínicas para implantação de programa de controle glicêmico hospitalar

Autores: Denise Momesso, Emerson Cestari Marino, Rogerio Silicani Ribeiro, Marcos Tadashi Kakitani Toyoshima, Leandra Negretto, Alina Coutinho Rodrigues Feitosa, Beatriz D. Schaan, Augusto Cézar Santomauro Júnior, Maria Fernanda Ozorio, Priscilla Cukier, Paulo Roberto Rizzo Genestreti, Jorge Eduardo da Silva Soares Pinto, Silmara A. Oliveira Leite, Roberto Raduan (in memoriam), Rodrigo Nunes LamounierEditor Chefe: Marcello BertoluciÚltima revisão em: 28/05/2025DOI: 10.29327/5660187.2025-1 | Cite este Artigo    Introdução Diabetes mellitus (DM) é uma condição clínica comum em ambientes hospitalares, com uma prevalência entre pacientes internados variando de 15% a 35%. Essa taxa tem mostrado uma tendência de aumento progressivo. O DM é um fator

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Dispensação de medicamentos e insumos para o tratamento do diabetes mellitus no SUS

Autores: Nilce Botto Enfermeira, Débora Aligieri, Bianca de Almeida-Pititto, Karla FS de Melo, Adriana Costa FortiEditor Chefe: Marcello BertoluciÚltima revisão em: 27/06/2024DOI: 10.29327/5412848.2024-2 | Cite este Artigo Introdução O Sistema Único de Saude (SUS) é regulado pelos artigos 196 a 200 da Constituição Federal⁴, que integram o capítulo da seguridade social, pelas Leis Orgânicas da Saúde – Lei nº 8.080/90⁵ e Lei nº 8.142/90⁶, pela Lei Complementar nº 141/2012⁷, e ainda por normas de diversas instâncias federativas. O artigo 198 da CF⁴ estipula as diretrizes organizacionais do sistema, sendo a direção descentralizada e única em cada esfera de governo, o

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Dispensação de medicamentos e insumos para o tratamento do diabetes mellitus no SUS

Autores: Nilce Botto Enfermeira1, Débora Aligieri2, Bianca de Almeida Pititto2, 3, Karla F S de Melo2, Adriana Costa Forti41 Departamento de Enfermagem –Pilar Saúde Pública – SBD – SP- Brasil. .Atuação em Saúde Pública na  prefeitura de Jundiaí –SP, Brasil. 2 Departamento de Saúde Pública, Epidemiologia, Economia em Saúde e Advocacy SBD. Blog Diabetes e Democracia.3 Depto Medicina Preventiva, Universidade Federal de São Paulo.4 Prof Titular Depto Medicina Clinica Unnversidade Federal do Ceara, Centro Integrado Diabetes e Hipertensao SESA –Ce.Editor Chefe: Marcello BertoluciDOI: 10.29327/5660187.2025-6 | Cite este artigo Introdução O Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores do mundo

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Ferramentas digitais em diabetes

Autores: Laerte Damaceno, Fernando Valente, Glaucia Duarte e Sonia de CastilhoEditor-Chefe: Marcello BertoluciÚltima revisão em: 20/04/2023DOI: 10.29327/5238993.2023-9 | Cite este Artigo Introdução O diabetes é uma epidemia global1 que dá origem a um grande volume de informação e dados, passíveis de armazenamento na nuvem. Conectados a uma plataforma digital, os dados geram um Big Data que, tratado por Computação Cognitiva2, produz algoritmos capazes de levar ao aprimoramento das intervenções em diabetes segundo as melhores evidências científicas. CGM Na Monitorização Contínua de Glicose (CGM)3, o sensor instalado no subcutâneo captura dados e os envia a um aplicativo no smartphone, que por

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Hiperglicemia hospitalar no paciente crítico

Autores: Denise Momesso, Emerson Cestari Marino, Marcos Tadashi Kakitani Toyoshima, Leandra Negretto, Beatriz Schaan, Alina Feitosa, Jorge Eduardo da Silva Soares Pinto, Rogerio Silicani Ribeiro.Editor chefe: Marcello Bertoluci. Introdução As evidências científicas mais robustas sobre a associação entre o controle glicêmico hospitalar e o prognóstico advém de pacientes hospitalizados em estado crítico, clínicos ou cirúrgicos. As alterações glicêmicas em pacientes críticos estão associadas a piores desfechos, com aumento de mortalidade, das complicações clínicas, maior necessidade de terapias de suporte, maior tempo de internação hospitalar, permanência em unidade de terapia intensiva e maiores custos hospitalares 1,24. A hiperglicemia hospitalar (HH) é

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Hiperglicemia Hospitalar no Paciente Não-Crítico

Autores: Emerson Cestari Marino, Denise Momesso, Marcos Tadashi Kakitani Toyoshima, Maria Fernanda Ozorio, Beatriz D´agord Schaan, Leandra Negretto, Augusto Cézar Santomauro Júnior, Priscilla Cukier, Paulo Roberto Rizzo Genestreti, Alina Coutinho Rodrigues Feitosa, Jorge Eduardo da Silva Soares Pinto, Rodrigo Nunes LamounierEditor Chefe: Marcello BertoluciÚltima revisão em: 20/06/2024DOI: 10.29327/5412848.2024-5 | Cite este Artigo Introdução A Hiperglicemia hospitalar (HH) é definida tradicionalmente pela presença de glicemia capilar ou plasmática acima de 140 mg/dL em indivíduos hospitalizados. Entretanto o tratamento farmacológico é necessário para glicemias acima de 180mg/dL, que estão associadas a maiores riscos de complicações e estão fora das metas de controle

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